Últimas Publicações

Obrigações do Dia

  • 20/Fevereiro/2020
  • IRRF | Imposto de Renda Retido na Fonte.
  • Cofins/CSL/PIS-Pasep | Retenção na Fonte.
  • COFINS/PIS-Pasep | Entidades financeiras.
  • INSS | Previdência Social.
  • EFD - Contribuintes do IPI | Distrito Federal.
  • IRPJ/CSL/PIS/COFINS | Incorporações imobiliárias | Regime Especial de Tributação – PMCMV.
  • IRPJ/CSL/PIS/COFINS | Incorporações imobiliárias | Regime Especial de Tributação - RET.
  • Simples Nacional.
saiba mais

Indicadores Econômicos

Moedas - 18/02/2020 09:18:04
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 4,343
  • 4,344
  • Paralelo
  • 4,260
  • 4,540
  • Turismo
  • 4,320
  • 4,580
  • Euro
  • 4,699
  • 4,702
  • Iene
  • 0,040
  • 0,040
  • Franco
  • 4,425
  • 4,428
  • Libra
  • 5,661
  • 5,664
  • Ouro
  • 219,400
  •  
Mensal - 03/12/2019
  • Índices
  • Set
  • Out
  • Inpc/Ibge
  • -0,05
  • 0,04
  • Ipc/Fipe
  • -
  • 0,16
  • Ipc/Fgv
  • -
  • -0,09
  • Igp-m/Fgv
  • -0,01
  • 0,68
  • Igp-di/Fgv
  • 0,50
  • 0,55
  • Selic
  • 0,46
  • 0,48
  • Poupança
  • 0,50
  • 0,50
  • TJLP
  • 0,59
  • 0,59
  • TR
  • -
  • -
saiba mais

Teto de gastos somente será sustentável com reforma da Previdência, diz Guardia

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, reafirmou que a regra constitucional que limita o crescimento das despesas públicas, medida criticada por diversos candidatos presidenciais, só terá sustentabilidade se o Congresso aprovar uma reforma da Previdência.

O cumprimento do teto de gastos exige a aprovação da reforma da Previdência, disse o ministro durante evento em São Paulo na noite de segunda-feira.

O teto de gasto limita por uma década, renovável por mais 10 anos, o crescimento das despesas públicas à inflação do ano anterior, medida feita pelo governo do presidente Michel Temer e aprovada pelo Congresso Nacional.

Segundo Guardia, a crítica ao teto de despesas públicas seria a única forma gradual de resolver a situação fiscal do país, que vem amargando sucessivos déficits.

Sem fazer referência a nenhum candidato, Guardia também teceu críticas à ideia de pagar a dívida pública com o dinheiro obtido pela privatização de todas as empresas estatais, como defendido pelo economista Paulo Guedes, da campanha do candidato Jair Bolsonaro (PSL).

Privatizar o Banco do Brasil e a Caixa Econômica não resolve o problema fiscal, afirmou ele. O problema se dá por um desequilíbrio de fluxo, de receitas e despesas corrente, então a privatização de qualquer empresa estatal não resolve esse problema , disse o ministro.

A menos de 50 dias do primeiro turno das eleições, o ministro defendeu ampla revisão dos benefícios fiscais, que consomem cerca de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e das despesas públicas.

Ele citou o orçamento de 6% do PIB para educação como exemplo de que o país destina recursos para as áreas necessárias, mas falta qualidade na forma de gastar o dinheiro público.

Fonte: g1.globo | 21/08/2018

Site desenvolvido pela TBrWeb
(XHTML / CSS)
MFM Contabilidade e Consultoria S/S LTDA
Av. Anita Garibaldi, 850 - sala 812 - Torre Premium - Bairro Cabral - Curitiba/PR
CEP: 80540-180  |  Fone / Fax (41) 3086 1412