Últimas Publicações

Obrigações do Dia

  • 03/Abril/2020 – 6ª Feira.
  • ICMS | Refinador de petróleo e suas bases.
  • ICMS | Refinador de petróleo e suas bases.
  • ICMS
saiba mais

Indicadores Econômicos

Moedas - 01/04/2020 16:47:11
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 5,238
  • 5,240
  • Paralelo
  • 4,430
  • 5,190
  • Turismo
  • 5,210
  • 5,520
  • Euro
  • 5,721
  • 5,722
  • Iene
  • 0,049
  • 0,049
  • Franco
  • 5,411
  • 5,417
  • Libra
  • 6,501
  • 6,506
  • Ouro
  • 268,490
  •  
Mensal - 04/03/2020
  • Índices
  • Jan/20
  • Dez/19
  • Inpc/Ibge
  • 0,19
  • 1,22
  • Ipc/Fipe
  • 0,29
  • 0,94
  • Ipc/Fgv
  • 0,59
  • 0,77
  • Igp-m/Fgv
  • 0,48
  • 2,09
  • Igp-di/Fgv
  • 0,09
  • 1,74
  • Selic
  • 0,38
  • 0,37
  • Poupança
  • 0,05
  • 0,05
  • TJLP
  • 5,09
  • 5,57
  • TR
  • -
  • -
saiba mais

Dólar sobe mesmo após leilão extra do BC

Moeda chegou a R$ 4,19, maior cotação do ano durante os negócios, após o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, dizer que a recente desvalorização do real está 'dentro do padrão'.

O dólar opera instável na tarde desta terça-feira (27) depois de atingir R$ 4,19 após o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, dizer que a recente desvalorização da taxa de câmbio está dentro do padrão normal. O mercado também continua acompanhando os desdobramentos da guerra comercial.

Às 13h57, a moeda norte-americana tinha alta de 0,65%, vendida a R$ 4,1638. Na máxima até agora, chegou a ser vendida a R$ 4,1923, a maior cotação do ano durante os negócios. Mas a moeda perdeu força após o BC anunciar leilão adicional de dólares à vista, com taxa de corte de R$ 4,1250. O volume de dólares ofertado não foi informado. Na mínima do dia, a cotação foi a R$ 4,1211.

Mais cedo, o BC já havia vendido US$ 550 milhões no mercado à vista, mas a operação estava associada a uma venda de mesmo montante em swaps cambiais reversos.

No dia anterior, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,29%, a R$ 4,1369.

"O real nos últimos dias tem tido desvalorização um pouquinho acima, mas está bem dentro do padrão normal", disse o presidente do BC em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal.


Para analistas, a fala sinaliza que o BC pode não atuar de forma adicional para conter a depreciação do real.

"Ele (Roberto Campos Neto) fez o mercado piorar com isso", disse um gestor à Reuters.

Nos últimos dias, cresceu o coro de analistas que questionam a postura conservadora do BC no câmbio, percepção que, segundo operadores tem ampliado a alta dólar, motivada originalmente pela incerteza externa.


"O real está se aproximando de seu próprio ponto de quebra. Esperamos altas para acima das máximas recentes, o que abriria espaço para uma aceleração (da valorização) a partir de agora", disse à Reuters Mark Newton, analista técnico da Newton Advisors.

O dólar tem sido usado como hedge por agentes de mercado após o diferencial de juros entre o Brasil e o mundo cair a mínimas recordes. Com isso, o custo de se manter comprado na divisa diminuiu.

Ainda na cena doméstica, permaneciam no radar as questões políticas envolvendo os ruídos sobre a falta de controle do governo do desmatamento na Floresta Amazônica, com o presidente Jair Bolsonaro se reunindo nesta terça-feira com governadores da Amazônia Legal e outros membros do governo.

Além dos ruídos políticos no Brasil, analistas aguardam sinais do BC sobre rolagens de US$ 3,8 bilhões em linhas com compromisso de recompra, recursos que devem deixar o mercado no começo de setembro.

Guerra comercial
O mercado também continua acompanhando os desdobramentos da guerra comercial. As opiniões dos analistas sobre o clima em torno das negociações comerciais entre Estados Unidos e China eram mistas, com alguns demonstrando expectativas de uma resolução iminente, e outros reticentes depois que uma autoridade chinesa disse que não soube de nenhum telefonema entre os dois lados.

"Há um certo apetite ao risco, mas o mercado de moedas em geral está meio de lado. Não temos nada de novo. Talvez tenhamos chegado ao ponto máximo das tensões e agora estamos sujeitos a quaisquer declarações de ambos os lados", diz o economista sênior do Banco Haitong, Flavio Serrano.

fonte: g1.globo.com   | 27/08/2019

Site desenvolvido pela TBrWeb
(XHTML / CSS)
MFM Contabilidade e Consultoria S/S LTDA
Av. Anita Garibaldi, 850 - sala 812 - Torre Premium - Bairro Cabral - Curitiba/PR
CEP: 80540-180  |  Fone / Fax (41) 3086 1412